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Gratidão e Amor. Venha, 2018!

Para mim a vida profissional não está separada da vida pessoal, assim como o corpo não está separado da alma. Esse ano que passou me deixou muitas lições, uma delas foi o encontro que tive com minha própria totalidade como ser humano. Esta totalidade, a encontrei no amor, na arte, na relação com o outro. A integridade encontrou seu sentido na vida. As parcerias nunca foram tão fortes. Por isso gostaria de agradecer às pessoas que compartilharam comigo essa jornada. Gratidão e amor por todos vocês. 

Que em 2018 sigamos juntos com mais sementes plantadas e mais frutos colhidos.

 Venha, 2018!

Mauricio Grecco Cora Arruda Grecco Rafael Grecco Carol Nasser Shirley Yanez Sayonara Sarti Vanessa Clark Karen Brusttolin Chapelaria Barbarah Sofitel Ipanema Rosenete Pereira Lucas Pereira Nova Assessoria Pino Gomes Alphorria Sergio Arruda Yara Kasting Arruda Carla Alves Fábrica Bhering 

Tuna Dwek Solange Pereira Galeria Eixo Arte Clube Quindim Volnei Canonica Roger Mello Yabú Uma Sara Figueiredo Cadu Lacerda Flavia Rodrigues Close In Closet Guga Arruda Milene Arruda

Tom Arruda Grecco Diego Senra Names Agenciamento Priscilla Prade Ivann Willig Estúdios Globo Janine Bastos Rodrigo Aidar Valesca Hime Rejane Kasting Arruda 

Glow Dry Bar Lena Valzinha Gabo Café We Do Yanez Confeitaria Marion Brasil Fernanda Thibau Vanessa Cabidelli Costão do Santinho Resort Mauricio Arruda Mendonça Paulo de Moraes Mirinha Renata Grecco 

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A noiva mais feliz do mundo.

Meu casamento foi pleno e perfeito, porque foi a nossa cara. É muito emocionante celebrar uma relação de dezoito anos porque a gente já construiu uma história juntos e ver nossos filhos e amigos reunidos foi lindo. Fui a noiva mais feliz do mundo! E nada disso teria sido possível se não fossem os profissionais maravilhosos que eu escolhi para realizar o meu sonho. São eles!

Vestido Carol Nasser @carolnasseratelier

Beauty Nat Rosa @natrosamakeup

Produção Shirley Yanez @shirleyyanezb

Decoração @wedoyanez

Assessoria de Imprensa Sayonara Sarti  @sayonarasarti @novaassessoriaerp

Fotos Carla Alves @carlaalvesfotografia

Joias Vanessa Clark @vanessaclarkjoias

Arranjo de cabeça Barbarah Heliodora @chapelariabarbarah

Unhas @glowdrybar

Stylist da Cora e Tom Karen Brusttolin @karenbrusttolin

Flores (lavandas, saudade e suculentas) @wedobotanica

Papelaria e caligrafia moderna dos convites Jorge Yanez @jyanezdesign

Bem-casados e bala de côco @confeitariamarionbrasil

Doces fitness @dilemasdalala

Massagem na noiva @pesnasnuvens com produção de @allana_villela

Dia da Noiva e Lua de Mel @sofitelipanema

Vinhos veganos @medusaurbana / @vinhos_canivezi

Espumante @winevinhos

Bolo e macarons @rafaelapanisset

Buffet vegetariano @bloisebuffet

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DJ Lucas Alves @outknives

E a festa continua na vida, com amor…

Carolina Kasting
#casamentocarolkasting #miniwedding #casamentoperfeito

Um Post de Domingo ou…

…a vida é uma espiral onde os momentos se encontram em paralelo no tempo. Hoje, meu filho de um ano de idade toma banho na banheira do apartamento antigo que agora é novo, para onde nos mudamos. Há quarenta anos atrás eu tomava banho na banheira da casa dos meus pais. Lembro que passávamos sabonete no encosto da banheira para que escorregasse melhor e estava feita a nossa diversão. Simplicidade plena de alegria.

Tive vários déjà vu no apartamento novo, como se o presente fosse o passado e vice versa, como se aquilo que vivo agora já tivesse sido vivido. O tempo se movimenta em dimensões que desconhecemos.

Ver meus filhos crescerem me faz pensar na minha infância, o futuro já tão próximo vira passado e o presente se engrandece e dá sentido a vida.
A vida dança e se eterniza pelo amor, o ódio escorre pelo ralo e se esvai. Os medíocres, me condoeço deles porque jamais entenderão as sincronicidades, jamais aprenderão com as adversidades da vida. Mas meu coração é grande e eu posso ter compaixão.
A vida é muito mais do que nossa vã consciência pode alcançar.
E o retorno da curva, é certo.

4.2

Dei este título ao meu texto de hoje mas nunca entendi por que colocar o ponto no meio ( risos ). Gosto de falar que estou fazendo quarenta e dois anos, sem divisão de números, apesar de ser uma idade bastante complexa, em que nada parece simples. Explico.

Para mim foi muito intenso fazer quarenta, como quando fiz trinta anos porque nas duas idades tive meus dois filhos. Cora nasceu quando fiz trinta anos e Tom quando fiz quarenta e um. Duas idades emblemáticas, difíceis, que exigiram uma quebra de paradigma. Nada passou a ser como antes.

Hoje, fazer quarenta e dois anos me parece muito estranho, me sinto confusa, envelhecer se tornou visível no espelho, então penso, já era hora, em algum momento isso iria começar a acontecer ( risos ), mas ao mesmo tempo, quando olho para trás, penso, passou rápido demais! Chego a conclusão de que a vida de uma pessoa é um piscar de olhos!

Ainda tenho muita coisa para viver e sonhos para realizar. E agora, com a maturidade, me sinto realmente produtiva, muito mais capaz, e me parece estranho, que a juventude física passe assim tão rápido, porque é justamente nessa fase da vida que nos sentimos imortais. Quando somos jovens achamos que a juventude, se não eterna, demorará uma eternidade para passar ( risos ), mas ela passa e é curta, muito curta. O susto é inevitável.

E para agravar ainda mais a situação desse ser de quase “meia idade” ( risos ), fomos ensinados a acreditar que só os jovens podem sonhar e realizar seus sonhos. Talvez tenham me feito acreditar que com quarenta e dois anos, eu já devesse ter conquistado tudo? Mas, se é justamente com a maturidade que aprendemos a nos conhecer e a entender o que queremos e o que nos faz felizes. Fico confusa, me sinto solitária, você também?

Vivo uma fase de acreditar no começo, ou pelo menos em um recomeço. Tanta coisa a fazer, a conquistar. E me sinto capaz. Então, mãos a obra, Carolina! Basta acreditar, mesmo. Não me venha com medos, nem inseguranças, você já aprendeu que na vida as coisas são como nas palavras de Sanit-Exupéry, “você é responsável por aquilo que cativa” e sofre as consequências de conquistar aquilo que quer, portanto, cuidado com o que deseja ( risos ). A maturidade trouxe isso de bom, maior responsabilidade e consciência.

E na relação com o próprio corpo? Me parece igual. Aos quarenta e dois anos, já tivemos tempo suficiente de aprender o que nos faz bem, o que nos dá prazer, o que queremos e o que não queremos. O que não queremos é o mais importante nessa fase. Não aceitamos mais algo que nos faz mal em troca de algumas migalhas afetivas. A vida se torna muito mais prazerosa assim. Ter a consciência de que o esforço vale a pena para ter aquilo que se quer mas que o sacrifício sem um benefício também já não faz mais sentido.

Talvez não estejamos imunes às decepções. Decepção com o próprio corpo, que é matéria e toda matéria está sujeita a corrupção, não aquela que vemos estampada nos jornais todos os dias, e também nos decepciona, mas a corrupção da matéria, o findar da juventude.

Ah, é preciso cuidar ainda mais da saúde! Nesse aspecto, me sinto feliz. Lembra do sacrifício que traz benefício? Quando jovem, eu não fazia atividade física, não me alimentava de forma correta, não temia as noites em claro. Hoje, o cuidar de mim, faz eu me sentir mais jovem e então aceito o elogio de que pareço ter dez, quinze anos a menos, porque essa é sim a minha idade interna e ao sair da academia, ao negar um sorvete gorduroso e cheio de açucar, eu me sinto feliz! E se a vida é uma passagem, que possamos passar bem e saudáveis,  com o mínimo de dor possível.

Ontem tivemos um diálogo peculiar, meu marido e eu. Estamos em uma fase, como tantas outras, desafiadora, com filho pequeno, filha pré-adolescente e obra. Obra! É notório que estressa qualquer pessoa e separa muitos casais. Eu dizia:

– Amor da minha vida, de repente, me deu um bom humor, como um clic, uma certeza do fim, portanto, que bom o meio! Te amo.

Ele responde:

– Vc merece ser feliz!

Eu digo:

– Sim. Mereço. E você também. Então, vamos ser felizes juntos? ( risos )

– Vamos.

– Quer casar comigo? ( risos )

– Sim.
Depois de dezoito anos de relacionamento, ter este diálogo é no mínimo peculiar.

Que a juventude possa estar sempre dentro de nós, porque o fim é inevitável. Que tornemos a caminhada prazerosa porque somente assim vale a pena.

A juventude é o meu presente de quarenta e dois anos. Ou se preferirem, 4.2. ( risos )

“Eu sou uma atriz, mas não sou só uma atriz”

Disse Audrey Tautou em sua mais recente entrevista ao NY Times https://mobile.nytimes.com/slideshow/2017/06/20/t-magazine/audrey-tautou-superfacial/s/19tmag-audrey-slide-3S87.html?referer=http://m.facebook.com/
referindo-se ao seu trabalho de fotografia, intitulado Superfacial.
Uma série de autorretratos e algumas fotos de jornalistas que a entrevistaram no decorrer de sua carreira.
Achei muito oportuna e mais que isso, necessária essa referência a medida que também faço um trabalho autoral com fotografia e grande parte dele com autorretratos. Durante algum tempo, senti o preconceito dos dois campos, das artes plásticas e da atuação. Cheguei a ouvir que eu deveria me decidir entre ser atriz ou fotógrafa. Sinto que meu trabalho fala justamente de ir além desta visão especialista.

Muitas vezes quando a sua imagem é conhecida do grande público, torna-se essencial ao artista questionar a própria natureza da fama. Transpondo seu trabalho para além dela.
Quando Audrey Tautou diz que é uma atriz mas não só uma atriz, refere-se à sua identidade como artista, revelando toda a sua complexidade, independentemente da fama. Falar sobre isso, é, de certa forma uma subversão, aceita por alguns e rejeitada por muitos. Mas os artistas estão, cada vez mais utilizando meios de produção comuns em seus trabalhos autorais, e ousando redimensionar a imagem em um mundo que a banalisa ao extremo.
Numa época em que selfies de atrizes famosas valem muitos likes, redefinir a imagem é uma atitude corajosa e eu diria, até mesmo de vanguarda. Na busca pela originalidade utilizando algo do senso comum, Audrey subverte o que se espera de uma atriz. Afinal você é aquilo que se propõe ser e não o inverso.